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O recurso de pagamentos de pessoas para empresas no WhatsApp (P2M, no jargão do meio) está parado por questões mais complexas que as técnicas.

O QUE ROLOU? Lançar esse recurso no Brasil é encarado na Meta, holding dona do WhatsApp, como um teste para as ambições financeiras da empresa, que vem sofrendo com a estagnação dos seus outros produtos e fracassos em outras frentes, como a da criação de uma criptomoeda própria.

Segundo o Financial Times, há dois principais entraves para que os pagamentos P2M no WhatsApp virem realidade:

  1. Parceiros como Cielo, Rede e Getnet, entre outros, necessários para processar os pagamentos eletrônicos, acham as taxas propostas pelo WhatsApp baixas, os termos da parceira onerosos para elas e que a Meta está querendo tirar o corpo fora na responsabilização do negócio.
  2. O Banco Central ainda precisa autorizar o novo modelo, o que só pode ocorrer depois que o WhatsApp fechar contratos com esses parceiros.

ENTRAVE. “O problema não é técnico, é contratual”, disse uma fonte anônima do Financial Times. “A infraestrutura já está pronta.”

Via Financial Times (em inglês).

Publicado em parceria com o Manual do Usuário

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