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O YouTube atualizou suas diretrizes de comunidade referentes às eleições de olho nas de outubro, aqui no Brasil. Além de regras que já existiam, como a proibição de certos conteúdos que desinformam — dia e horário de votar errados, quem pode e que não pode candidatar-se etc. —, a plataforma de vídeos do Google anunciou algumas mudanças:

  • A política de integridade das eleições, que proíbe “informações falsas sobre fraude generalizada, erros ou problemas técnicos que supostamente tenham alterado o resultado de eleições anteriores, após os resultados já terem sido oficialmente confirmados”, passa a valer para as eleições de 2018 e tem efeito retroativo. Em outras palavras, o YouTube não permitirá que usuários, qualquer que seja, questione a legitimidade do processo eleitoral de 2018.
  • Buscas e vídeos relacionados à urna eletrônica brasileira e ao título de eleitor terão rótulos com links para a Justiça Eleitoral — essa medida já está valendo no Facebook e Instagram, com resultados positivos.
  • Vídeos que “chegam perto de violar as diretrizes da comunidade”, mas que não as violam, serão permitidos, porém não serão recomendados pelo algoritmo do YouTube. O objetivo é manter as visualizações de recomendações para conteúdo duvidoso abaixo de 0,5%.

Em novembro de 2021, o Google iniciou um projeto para cadastrar previamente anunciantes interessados em veicular anúncios eleitorais, inclusive no YouTube. Identidade e valores desses anúncios, promete a empresa, serão tornados públicos em um relatório de transparência. Via YouTube, Google.

Publicado em parceria com o Manual do Usuário

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