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As empresas de redes sociais ocidentais tomaram novas medidas contra a Rússia à luz da invasão promovida pelo seu presidente, Vladimir Putin, à Ucrânia:

  • No domingo (6.mar), o TikTok suspendeu as lives e novos conteúdos em vídeo na Rússia devido à nova lei de “notícias falsas” instituída no país. Entre outras coisas, a lei pune com até 15 anos de prisão quem chamar a invasão russa de “guerra”. O serviço de mensagens dentro do app não foi afetado.
  • Dias antes na sexta (4.mar), o TikTok havia informado que passaria a etiquetar conteúdos publicados por empresas de mídia estatais russas, como RT e Sputinik.
  • Na sexta (4.mar), o Snapchat desativou o “mapa de calor” de novos snaps publicados na Ucrânia como medida de segurança.

Outras medidas já haviam sido tomadas por essas e outras empresas do setor na primeira semana de guerra. Veja um compilado delas:

O que as redes sociais já fizeram para conter a desinformação russa
Meta, TikTok, Twitter e YouTube se posicionam na guerra de desinformação promovida pela Rússia.

Via @snapchatsupport/Twitter, @TikTokComms/Twitter e TikTok (todos em inglês).

Publicado em parceria com o Manual do Usuário

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