Foi um dos assuntos mais comentados do Twitter. Saiu no saquinho de lixo e no Prensadão da melted videos. Só no TikTok, plataforma original da publicação, já são mais de 8 milhões de visualizações. Tô falando deste vídeo do Lucas Mitzakoff:

@mitzakoff

Eu nunca esqueci aquelas palavras…

♬ som original - lucasmitzakoff

Ao ver o vídeo do Lucas, pensei imediatamente naquele clássico do Hitchcock (fica tranquilo, não vou dar spoiler de um filme de 62 anos atrás). OK, mentira: lembrei mesmo foi daqueles melodramas do Kwai, sobre os quais o Rodrigo Ortega, do G1, fez uma reportagem ótima.

À la Steve Buscemi, botei meu boné virado pra trás e pendurei o skate nas costas pra entrar no TikTok e investigar o restante da obra do Lucas. O estilo, de fato, remete aos melodramas do Kwai, mas com humor mais escrachado. A descrição que ele mesmo faz do seu trabalho é perfeita: "Se nenhum dos vídeos te causou alguma emoção, eu falhei."

Muita gente compartilhou o vídeo do Lucas dizendo "Freud, corre aqui" e variações. Por coincidência, foi a mesma coisa que escreveram (na melhor das hipóteses) sobre a homenagem de Dia de São Valentim que o Ciro Gomes publicou:

Mas como Sigmund Freud poderia correr aí ou lá? Se estivesse vivo, o pai da psicanálise teria 165 anos. Ou seja: se estivesse vivo, estaria morto, infelizmente. O jeito é contratar o Freud cover de Bruce, o artista. Faz o PIX 💰


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