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O The New York Times obteve um comunicado interno do CEO do Twitter, Parag Agrawal, em que ele comunica o desligamento de dois diretores da empresa.

TORTA DE CLIMÃO. Foram convidados a sair da empresa Kayvon Beykpour, gerente geral, e Bruce Falck, gerente geral de faturamento.

No comunicado, Agrawal disse que “é crítico ter os líderes certos no momento certo” para justificar as demissões. Ainda segundo o CEO, a “visão de produto, habilidade para inspirar, mudar rapidamente e direcionar mudanças” de Jay Sullivan, o substituto de Beykpour, é o que o Twitter precisa no momento e para o futuro.

Beykpour não saiu quieto. No Twitter, interrompendo sua licença paternidade, escreveu que “a verdade é que não era assim nem neste momento que imaginava sair do Twitter, e não foi uma decisão minha”.

O QUE MAIS? Agrawal também informou os funcionários que vai congelar novas contratações e cortar despesas discricionárias. Demissões, fora a dos dois diretores, ainda não estão no horizonte.

Além de uma possível influência de Musk, a movimentação pode ter outra motivação: o desempenho aquém do esperado do Twitter. Agrawal disse que a empresa não bateu as metas de audiência e crescimento na geração de receita.

E MUSK? O empresário continua conversando com amigos também bilionários para juntar a grana necessária para comprar o Twitter sem ter que mexer muito em suas ações da Tesla.

Para convencê-los, tem feito promessas grandiosas, como quintuplicar o faturamento do Twitter até 2028 e aumentar a base de usuários dos atuais 217 milhões para 931 milhões no mesmo prazo.

Via New York Times, @kayvz/Twitter (ambos em inglês).

Publicado em parceria com o Manual do Usuário

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