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Quanto vale um “link na bio”? Para o serviço pioneiro do tipo, o australiano Linktree, muito dinheiro. Nesta quarta-feira (16.mar), o Linktree anunciou uma extensão da rodada de investimento série B que injetou mais US$110 milhões no negócio. Ela foi liderada pela Index Ventures e Coatue Management e se soma aos US$55,7 milhões de duas rodadas anteriores.

Com o novo aporte, o Linktree foi avaliado em US$1,3 bilhão. A startup ainda vive de cobrar planos premium, que custam até US$ 21/mês e liberam recursos extras aos usuários — 24 milhões no total e crescendo. Sem especificar data, Alex Zaccaria, CEO do Linktree, disse ao TechCrunch que no futuro o serviço cobrará taxas em cima de recursos pagos.

É bem maluco pensar que um negócio de US$1,3 bilhão existe e dependa exclusivamente de um recurso (ou limitação) de três redes sociais — Instagram, TikTok e Twitter. Nelas, os usuários só têm espaço para inserir um link, daí o caso de uso do Linktree e seus vários clones. Para contexto, em 2012 o próprio Instagram foi comprado por US$1 bilhão pelo Facebook (hoje, Meta).

Via TechCrunch (em inglês).

Publicado em parceria com o Manual do Usuário

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