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Um grupo do Ministério Público Federal (MPF) quer impedir que o Telegram seja usado para o disparo de propaganda na campanha eleitoral de 2022.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.  

O app desperta preocupações junto às autoridades brasileiras pela ausência de diálogo, moderação frágil ou inexistente e a forte adoção pela população brasileira e por políticos — uma combinação explosiva que remonta ao uso do WhatsApp no pleito de 2018.

O argumento do MPF é frágil, porém, como explicam especialistas ouvidos pela reportagem. "Não acho que dá para cravar que propaganda eleitoral no Telegram é proibida por definição. O que dá para cravar é que propaganda paga no Telegram é proibida. E dá para discutir uma série de problemas a partir do momento que se escolhe fazer propaganda no Telegram", disse Francisco Brito Cruz, do InternetLab.

Via Estadão (com paywall).

Publicado em parceria com o Manual do Usuário
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